Giuliana Preziosi

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Eu sou a Giuliana Preziosi e trabalho com Responsabilidade Socioambiental e Sustentabilidade há mais de 13 anos. Sou formada em Comunicação Social, tenho especialização em Planejamento Estratégico pela Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA) e MBA em Gestão da Sustentabilidade pela FGV. Na Arno atuei na criação da Área de Responsabilidade Social. No Bradesco, coordenei a Área de Sustentabilidade. Fui responsável pela criação e coordenação dos Programas de Voluntariado Corporativo de ambas empresas.

Em 2014, resolvi partir para uma viagem de volta ao mundo por 530 dias, passando por 37 países e mais de 229 cidades. Uma das decisões mais difíceis em minha vida. No papel de observadora, meu objetivo era entender o contexto local e os dilemas socioambientais envolvidos em cada lugar. A decisão por mudar o rumo da minha vida veio de uma intensa curiosidade de entender melhor o mundo em que vivemos.

Durante a minha carreira, tive a oportunidade de participar de grandes conferências internacionais da ONU, algumas voltadas para o setor privado, envolvendo CEOS de grandes empresas multinacionais, outras envolvendo países de todo o mundo em infindáveis reuniões de negociações multilaterais entre Chefes de Estado nas Conferências das Partes (COPs), em tentativas de acordo para o problema das mudanças climáticas e o pós Kyoto. Mas, enquanto eles discutem o rumo de seus países ou de suas empresas, o que pensa a sociedade? Quais as pessoas que estão mudando a realidade em que vivem? Como se adaptar a situações de escassez de recursos? Quais as tecnologias sociais, as práticas ecoeficientes que vêm sendo adotadas? A curiosidade me instigou a buscar essas histórias em diferentes partes do mundo.

Quanto mais a gente estuda e lê sobre os desafios do desenvolvimento sustentável, maior é o sentimento de que o mundo está perdido. Os pensamentos pessimistas dominam a mente quando nos deparamos com o que está acontecendo, seja pela fúria da natureza dando seu sinal de indignação com tsunamis, terremotos e enchentes, seja pela crise do modelo capitalista que requer a definição de um novo tipo de economia mais sustentável, seja pelo desafio da iniciativa privada em olhar para o custo de suas externalidades e o papel social de seu modelo de negócios, ou ainda pela lavagem cerebral nas camadas mais pobres da população que clamam por uma educação de qualidade.

Mas, ainda assim, eu sou uma pessoa otimista e acredito nas pessoas. Eu ainda insisto em acreditar que o ser humano pode ser menos egoísta, e que a chamada “tragédia dos comuns” de Garrett Hardin, ainda não chegou ao seu completo caos. Acredito que cada um de nós pode transformar a realidade de seu entorno seja com ações do cotidiano ou como um propósito de vida.

Meu objetivo ao criar o “Histórias que Inspiram” é poder compartilhar um pouco da minha experiência visando inspirar pessoas a buscarem ações de transformação na vida pessoal e profissional.
Fiz algo que muitas pessoas sonham: viajar pelo mundo. Mas, se você me perguntar, qual o meu sonho agora? Meu sonho é criar uma rede de pessoas com histórias inspiradoras que possam gerar mudanças na vida de milhares de pessoas.